O ÚLTIMO: um excerto

«Ao fim de longos e tortuosos segundos, Marco ouviu o motor do carro começar a trabalhar e o veículo a seguir viagem. Decidiu também fazer o mesmo, ainda que a prudência o aconselhasse a aproveitar aquela oportunidade, subir a ribanceira, regressar ao seu carro e fugir porque não teria a mesma sorte duas vezes.

Um lado de si mesmo lembrou-o que estava naquela situação por ter tentado ajudar alguém que precisava; um outro lado, o lado a que ele prestava atenção, dizia que ajudar alguém em apuros nunca era um erro, sobretudo quando se tinha o poder de mudar o destino dessa pessoa.

Lembrou-se então do rosto atormentado do homem cuja vida ele era acusado de tirar e concluiu que intervir no destino de alguém, nem sempre era uma coisa boa.»

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