Opinião: The Mayan Secrets, de Clive Cussler

The Mayan Secrets (Fargo Adventure #5)

Sinopse: Mexico, present day. The revelation of precious knowledge from the past threatens to change the course of humanity’s future.
Treasure-hunting husband and wife team Sam and Remi Fargo are in Central America when they come upon a remarkable discovery – the skeleton of a man clutching an ancient sealed pot. Inside the pot is a well-preserved Mayan book, larger than any previously found by archaeologists.
The book contains astonishing information about the Mayans, about their cities, and about mankind itself. The secrets are so powerful that some people would do anything to possess them – as the Fargos are about to find out.
Before their adventure is done, men and women will die for the riches contained in the ancient book – and it’s just possible that Sam and Remi may be among them . . .
With all the breakneck pace, wild imagination and high stakes thrills that Clive Cussler has made his own, The Mayan Secrets proves once again that the World’s No.1 Adventure Writer is in a league of his own.

Opinião: Pelo que tenho lido (acerca) dele, Clive Cussler é um tipo com bons créditos no que toca a histórias de acção e aventura, tanto em terra como no mar. Conta com umas boas dezenas de títulos no seu reportório, algumas acompanhado, mas boa parte a solo. Era um daqueles nomes que se por um lado despertava curiosidade, por outro fazia-me sentir um pouco apreensivo. Já me tem acontecido criar grandes expectativas em relação a um determinado autor, achar que vou gostar muito, e depois de ler… No fundo tem tudo a ver com obra que se escolhe para começar. Uma escolha errada pode afastar-nos por completo de uma bibliografia bastante rica. (Por exemplo, se o meu primeiro contacto com Dean Koontz tivesse sido através das últimas coisas que ele tem escrito, nunca teria descoberto maravilhas como “Odd Thomas”, “Life Expectancy” ou “False Memory”.)
“The Mayan Secrets” não é uma escolha perfeita. Em primeiro lugar, porque é o quinto volume de uma série e eu gosto de começar pelo início. Depois é um livro muito arquetipado, isto é, os bons são bons, os maus são maus, ponto. Há acção e suspense com fartura, mas esses momentos são quase todos protagonizados pelos dois protagonistas a quem dificilmente acontecerá alguma coisa.
Apesar disso, é um livro agradável de se ler. Não me ajudou ainda a formar um juízo sobre a obra de Clive Cussler, mas conseguiu não me afastar por completo. (Talvez tenha a sido influência do co-autor Thomas Perry, do qual não falei nada além disto. Tenho que experimentar com um livro só de Cussler para ter a certeza.)

 

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